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Quinta-feira, Março 30, 2006

Quanto Vale o Show ?

Bairro desassistido pelos meios que controlam a sociedade.

Rua comercial, cheia de pequenas portas e lojas de mercadorias de baixo valor agregado.

Por tais portas chega-se a escadas que levam às sobrelojas.

Numa destas sobrelojas, pequena e mal iluminada, um simbionte da inoperância governamental vende seus serviços.

Dr.Wagner, Investigador Particular.

* * *
Pasta 1098

Relatório Preliminar

Segunda-feira, nove e trinta e dois da manhã.

Entrevista com cliente : Desaparecimento.

Contratante : Lusiânia Jesus dos Santos Silva.

Desaparecido : Vandercleyton Jesus da Silva

Fita 1.

Teste 1,2,3 ...

Diga-me os fatos.

Pois é dotor, o menino adesapareceu ...

E a senhora ... Dona Lusiânia ?

Isso mesmo.

E a senhora só percebeu hoje ?

É que é anssim sempre né, de dumingo ele si junta cos amigo e vai no jogo.

Sei. Jogo de futebol ?

Não, de bola mesmo.

Ah.

E sempre tem briga, bebedêra e essas coisa ... Chega tarde sempre ... Depois de meia-noite. Aí hoje de manhã percebi que a cama num tava desfeita ...

Certo.

É.

A senhora sabe para que time ele torce ?

Ah, ele é curintiano ...

Perdêu !

Não dotor, foi empate mesmo.

Heh, digo, sim, com certeza.

O senhô tem como me ajudá ?

Claro, claro. Mas antes temos que tratar do mais importante ...

As hora que ele saiu ? A rôpa que tava usano ? Os colega dele ?

Não.

Tão o quê dotor ?

O preço.

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Falou !

Rods
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O Velho Babão e a Prostituta Feiosa

O vídeo que verão depois de clicar no link é simplesmente uma das coisas mais engraçadas que vi na internet nos últimos meses.

Simplesmente hilário.


COMEU E NÃO PAGOU


posted by Séquisso Professional Rit
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Terça-feira, Março 28, 2006

Alterações no blog

Este post servirá aos mais desatentos. Vez por outra, mudamos os links que podem visitar à direita.

Pois bem, agora que olharam basta dar uma fuçada. Além das dicas, incluí alguns sites nos links de PUTARIA.

Lembrem-se: quem não tiver nada melhor para fazer pode indicar outros blogs para colocarmos nos links, ok?

Beijos a todos

posted by Rit
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Segunda-feira, Março 27, 2006

A Era do Condor

Eu tenho uma coisa em comum com o Presidente da República.



Não é uma psicografia, mas no século passado era quase de outro mundo

Bursite!

Posted by Coming of Age Moska
Desde que não tenha que carregar Tags de Parágrafo nos ombros, está ok.

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Domingo, Março 26, 2006

Boquetaflow #01 - Star Wars em São Roque

Estava um dia ótimo para fotos. Bastante sol na maior parte do dia (embora o calor estivesse quase insuportável) e nebuloso no final da tarde, o que nos proporcionou cenas como estas:







Particularmente, gostei muito desta última, pois consegui captar a luz exatamente da forma que queria. Sensacional!!!

posted by Raindrops Keep Falling on my Head Rit
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Quarta-feira, Março 22, 2006

Matriochka

Ouviu aquele ticar, então.

Há meses não percebera o retumbante perseverar do relógio na parede.

Coisas que acontecem no vazio.

Percebeu ainda que a hora passou e que nada o fez notá-la. Uma hora inaudita. Mais para artigo indefinido que numeral.

Pensou, então.

É o que se faz no vazio, motivo pelo qual muitos o temem.

Pensou na possível razão disso. Por que deveria temer silêncio, solidão e vazio.

Pensamentos ecoam em casa aberta, onde o cheio se traveste de portas e janelas fechadas para seus invasores internos. Sempre se disse que monstros habitam o debaixo das camas, armários e outras profundezas de nosso viver. Não saem, não são vistos nem temidos quando a plenitude ilusória de uma vida ocupada os rechaça. São baratas do ego, terroristas de ocasião.

Sentiu o frio.

Viu-se em guarda.

E se a tolice o impede de temer ?

Nunca mais e para sempre estar apenas consigo.

Não terá mais issos ou aquilos, assins ou assados. Poréns que só existem em função do mundo.

Como será habitar o vazio ?

Temeu então. Mais ainda.

Camadas e camadas desnudadas, uma a uma, não parecendo chegar a cerne algum.

Soube então que seu nêmesis estava naquele habitante.

Na existência, ou não, de si mesmo, nú e crú, no âmago da cebola.

Desesperou-se.

Quem seria ele mesmo, quando no vazio ?

Levou mãos a cabeça, sentindo grande dor.

Faltou-lhe ar e sua visão escureceu.

O suor de sua fronte contrastava com seus pelos arrepiados.

Temia quem poderia ser.

Sua blindagem de certezas súbito é um enxame de culpas.

Ouviu então.

Havia algo no vazio.

Repleto, reagiu.

Tomou daquele bálsamo, inspirando sofregamente e direcionando a sua energia.

"Alô !"

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Falou !

Rods
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TROMPETE

E continua o ócio...

Para não fugir à regra dos últimos dias, vou colocar mais um desenho tosco e, como sou muito criativo, de lambuja vai mais um versinho!






Quando tocava, parecia mágica
Fazia remexer a platéia mais estática
Mas ele não gostava tanto de seu som,
Não acreditava ser assim tão bom

Um dia com a platéia ficou empolgado
Buscou no trompete o agudo nunca alcançado
Soprou tanto que acabou passando mal
Morreu no meio de show, com embolia cerebral!


posted by Geta
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Depois de anos

Chega a vocês a nova edição de nossa tirinha: Rit & Rod #003 - Carrossel







Have fun !!!

posted by Cartoon Rit
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Terça-feira, Março 21, 2006

CONVERSA FIADA - COMO FAZER

Mesmo sendo fácil começar uma conversa mole, existem algumas técnicas muito importantes que devemos adotar antes de iniciar o papo...

Por exemplo, sempre utilize perguntas abertas, sempre precedidas por como, quando, onde...




Posted by Geta
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E falando em trabalho...

... quero deixar claro que concordo com tudo que o Rods disse em gênero, número e boquetice. Isto é necessário para que entendam parte deste post.

Eu penso porque dias assim acontecem em nossas vidas e nunca encontro respostas.

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08:00 - acordei. Por si só esta é uma maldição diária em minha vida. Percebam quão escravos somos: não podemos ao menos escolher a hora que acordamos... Bem, pelo menos a maioria de nós.

08:40 - entrei no ônibus para ir à Barra Funda. Ônibus cheio, coisa rara.

09:30 - chego ao trabalho. Atualmente minha demanda anda baixa. Quase não tenho o que fazer. Para não demonstrar que estou só coçando, preciso correr atrás de algo e me manter ocupado. Como podem imaginar, correr atrás de trabalho nunca foi meu forte, então acabo coçando e fingindo que trabalho a maior parte das 8hs que sou obrigado a aguentar se quiser o dinheirinho mensal.

Agravante: uma vez a cada 2 ou 3 meses meu cú sangra e sou vítima de algo que chamo de work-sick. Siplesmente sinto que todo o ambiente do trabalho é totalmente repulsivo e que não conseguirei ficar mais um segundo sequer naquele lugar. É horrível e o tempo não passa de jeito nenhum.

15:00 - vou almoçar. Ao custo de muito trabalho, consegui fazer com que a maioria das pessoas que poderiam sentar próximas a mim percebessem que sou anti-social e passem bem longe. Odeio ter que comer e falar ao mesmo tempo. Odeio mais ainda a conversa fiada da hora do almoço. E quem vem sentar na minha frente? Um superisor insuportável que mal sabe contar uma história. Resultado: comer depressa (ODEIO MAIS AINDA) para fugr dali e indigestão. Infelizmente não posso mandar o cara tomar no cú, preciso manter um certo nível de respeito para não colocar minha função em risco.

18:10 - faltando 20min para ir embora e jogar BF 2, surgem demandas urgentes que preciso fazer agora. Consolidar planilhas aos gerentes perdidos.

18:40 - acabo o que pediram, pego minha bolsa e saio. A Tempestade do Século está desabando em todo o planeta. Se tentar chegar no ônibus que me levará à Barra Funda, ficarei ensopado instantaneamente.

18:50 - volto à minha mesa e ligo a uma antiga amiga para contar sobre o sonho semi-erótico que tive com ela. Caixa postal... Duas vezes...

19:10 - decido ir até à porta e esperar a chuva diminuir para tentar voar até o ZANKA (busão fretado).

19:30 - a chuva diminui e vôo até o busão. Molho pouco, mas o ônibus já está quase lotado, com TODOS os vidros fechados, quente e com aquele cheiro gostoso de pessoas que ficaram o dia todo trabalhando. Desesperado, corro e abro a primeira janela que vejo, anseando por ar fresco.

20:00 - percebam, 30min depois de entrar no ônibus chego à Barra Funda para pegar o 2º busão. Quando o inferno não está na cidade, o mesmo trajeto demora entre 10 e 15 min.

20:30 - empurra-empurra, gente para tudo que é lado, ônibus num vai-e-vem frenético, buzinas e mais chuva. Finalmente chega o Vila Madalena.

20:40 - um baiano filho-da-puta senta na minha frente e começa a cantar qualquer merda nordestina. Atrás de mim um velho do caralho atende o celular para dizer, aos gritos, que "o trânsito está uma bosta porque está chovendo". Aí eu penso: "em que continente estará a outra pessoa?"

21:00 - chego no Rods e toco o interfone umas 500 vezes até entender que o interfone do viado está fora do gancho e por isto ele não me ouvia.

22:20 - vou ao Caio para jogarmos BF 2: eu, Rods e Geta. Depois de alguns minutos, percebemos que o servidor está com algum problema e não conseguimos utilizar o squadleader de spawn-point, o que acaba com 80% da diversão do jogo.

23:00 - a caminho de casa, imagino que verei um rato que virá morder minha cara, só para fechar bem o dia. Nada acontece...

01:00 - estou terminando este post.

----------------

Sempre acreditei na lei do equilíbrio. Comigo normalmente acontece assim: alguns dias piores acontecem como compensação de outros melhores e vice-versa. Agora, se um dia maldito como este acontece, onde está o dia maravilhoso para compensar?

Que caralho !!!

posted by Hell is Just a Word Rit
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MAIS SEM SENTIDO

Então de repente hoje me pego desenhando de novo. Eu sei que a minha criatividade às vezes, ou maior parte do tempo, é sem sentido... E meus desenhos acabam tomando essa forma.

Então aí vai mais um desenho nonsense com um versinho bobo!

Só pra distrair né?




Um dia no banheiro, ali na privada
Estava com a cabeça vazia, não pensava nada...
Jogando no espelho dágua todo o jantar
Nem percebeu quem o veio visitar

Subindo e descendo cada vez mais ao seu lado
Um pequeno ponto preto de repente foi notatdo
Bem perto dos seus olhos surgiu uma forma tosca
Diante do nariz o que viu foi uma mOsCA!



Posted by Geta
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Segunda-feira, Março 20, 2006

Trabalho

O trabalho emburrece o homem.

Sobre os comentários no post do Moska, ao invés de escrever uma resposta gigante, resolvi postar.

Para entender a que respondo, levem em conta :

Eu disse que não há NADA em termos de trabalho (que eu gostaria de fazer) que me deixaria satisfeito.

Lú disse que pagaria para fazer o trabalho dela (se não precisasse da renda para sobreviver) e que a diferença entre gostar ou não de trabalhar está em se fazer o que se gosta.

E o JP perguntou : "Nem escrever ?".

Tendo isso em mente, argumento.

Não nasci com trinta anos.

Durante minha infância e adolescência, como todos, fui educado e direcionado a entender que o foco de tudo na vida de alguém é o trabalho, em suas diversas facetas. Todo o processo educacional em nossa sociedade visa, direta ou indiretamente, preparar o cidadão a ser uma engrenagem funcional e produtiva.

Na fase mais aguda, no meu caso e creio que no da maioria dos leitores deste blog, a época pré-vestibular, passei por várias tendências.

Aos 14 anos queria ser jornalista e enveredar pela política.

Aos 15 e 16 anos queria ser qualquer coisa ligada ao RPG.

Aos 17, tendo que escolher que carreira prestar nos vestibulares da vida, escolhi Direito.

Mas, ao contrário da Lú e da Hely, que desde sempre quiseram fazer o que fizeram, minha escolha não teve critério de sonho, anseio ou realização. Foi um processo de exclusão.

Escolhi Direito excluindo o que não queria ou poderia fazer, mais ou menos nessa ordem :

Nunca tive afinidade com exatas.

Biológicas tendem a envolver coisas nojosas.

Sobrou humanas.

Com o Guia do Estudante na mão, fui excluindo carreira por carreira.

Sobraram :

Letras, Direito, Jornalismo, Publicidade, Editoração, Cinema e Rádio e TV.

Pesquisando estas opções excluí Publicidade, Editoração, Cinema e Rádio e TV. Excluí porque só poderia fazer estes cursos se fosse na USP, pois não havia cursos de boa reputação dessas carreiras em faculdades particulares acessíveis. E, na USP, jamais passaria nessas carreiras muito concorridas.

Minha primeira opção então era Jornalismo.

Na USP, impossível. 40 vagas e dez milhões de candidatos. Nas particulares, PUC e Cásper Líbero seriam opções e fui pesquisar preços. De posse deles, chequei com meus pais que se apressaram em deixar claro que o limite orçamentário para uma eventual mensalidade de faculdade era bem menor do que essas duas custavam.

Fui então apelar para Letras.

Concluí que na USP seria bem possível entrar, mas havia a questão das "opções". Poderia ser obrigado a fazer espanhol, alemão, francês ou italiano, se não conseguisse inglês. Pesou muito, então, a experiência de um colega que concluíra o segundo grau no ano anterior e havia entrado em "espanhol noturno", segundo a chacota na escola. Ele era o melhor aluno do terceiro colegial, tinha notas execelentes e mesmo assim não conseguiu inglês. Foi o único da escola a passar na USP ...

Sobrou Direito ...

Apesar de ser muito concorrido na USP havia uma opção dentro do possível, o Mackenzie.

Estive no Mackenzie de 92 a 96 e posso dizer que aprendi muito por lá, principalmente sobre mim mesmo.

Aprendi que teoria e prática não são só coisas opostas como também enganosas.

Aprendi que fazer a faculdade da carreira que se quer é algo ampla e totalmente diferente de trabalhar nessa carreira.

Mesmo me frustrando no Direito, achava que o problema era, como a Lú disse, fazer o que se gosta.

Tentei então, anos depois, fazer Cinema na Faap e Letras na USP (duas tentativas).

Mas isso é assunto prá outro post.

Continuando ...

Tudo sempre girou em torno de trabalho, para mim. Sempre fui "obrigado" a trabalhar por precisar do dinheiro. Nunca pude escolher no que trabalhar, tinha que pegar o que aparecesse. Não podia esperar, não podia tentar. Não importava se o pato era macho, tinha que ter ovo.

Ainda assim eu tentei fazer algo em áreas do meu interesse.

Trabalhei em video-locadora, McDonald's, tradução de livros de RPG, loja de computador ...

Sempre infeliz e desejando poder não trabalhar.

Descobri que meu problema era com o trinômio "Horário, Compromisso e Resultado". Tudo que se faz profissionalmente envolve dois desses elementos, no mínimo. Pois quem paga, por pagar, exige isso. A existência desses elementos faz com que eu odeie trabalhar, seja lá com o que for.

Mesmo escrever para mim é uma dureza per se. Morro de preguiça de escrever, só o faço quando a vontade é muito grande ou quando não há coisa melhor para fazer, como quando estou a toa no trabalho.

Não importa o quanto se goste de algo, fazer profissionalmente é muito diferente.

Sexo, por exemplo. A maioria esmagadora das pessoas gosta muito de sexo.

Mas fariam sexo profissionalmente ? (não levando em conta implicações morais)

Fazer sexo profissionalmente implicaria em fazer com pessoas não amadas, não escolhidas, em hora que não se quer, muito mais do que gostaria, em modalidades diversas, com gente olhando, quando se estiver doente, tendo que agradar, não precisando ser agradado ...

Escrever, JP, seria o mesmo caso. Teria que escrever muito, para obter sustento. Não poderia escolher assunto, teria tempo determinado, forma a seguir e resultado a apresentar.

O maior exemplo de que essa teoria do "fazer o que se gosta" não funciona é o Caio.

Desde os dez ou doze anos ele mexe com animação no computador. Aprendeu quase tudo sozinho e até na faculdade de cinema entrou, visando trabalhar "na área". Arrumou estágio, trabalhou de graça, virou noites e noites, deixou de fazer coisas com os amigos. Hoje, se perguntarem a ele, ele diz que odeia trabalhar. Odeia fazer o que ele faz. Pelos mesmos motivos relacionados no exemplo do sexo acima. Se ele pudesse não trabalhar nunca mais, até faria animação, mas do mesmo modo que eu escrevo : sobre o que se quer, quando se quer e na hora que quiser.

Sem horário, compromisso ou resultado.

O Geta também serve de exemplo. Adora desenhar, mas nas poucas vezes que pôde fazê-lo profissionalmente boquetou forte. Não tinha a menor vontade de fazer. Atrasava a entrega, fazia de má vontade. Teve, por exemplo, que fazer um logo de rádio gospel. Isso é o que implica "trabalhar", se prostituir.

Vender-se.

Alienar seus valores pessoais.

Prostituir-se.

Trabalho exige isso, cedo ou tarde.

A profissional da música, por exemplo, pode se ver na posição de ter que compor (ou algo que o valha) um axé ou sertanejo. A astrônoma pode (genericamente falando) ver sua pesquisa sendo usada para algum fim bélico ou equivalente.

Todo trabalho é prostituição, mesmo prostituição não sendo reconhecida como profissão, por mais ridículo que isso possa parecer.

Claro que existe gente feliz com seu trabalho. E eu até entendo as razões dessas pessoas. Elas são recompensadas a contento, monetariamente ou em outro valor que tenha grande apelo a elas. Se vendem por um preço tão bom que faz com que não se sinta o lado negativo disso.

Como o cara que gosta tanto de viajar que ter que guiar de um bando de babacas não o incomoda. Como o gerente corno-manso que sente-se humano quando achaca seus subordinados ou o artista ególotra que tem na babação de seus ovos o prêmio que o faz seguir em frente.

São exemplos óbvios mas que dão uma idéia do que quero dizer.

Tudo isso sem levar em conta a imensa maioria dos mortais que não tem como escolher sua profissão. Escolher em que se trabalhar é um "privilégio". Se não houver uma estrutura mínima que permita ao sujeito as condições, ele terá que pegar o que aparecer. Dentre o povão é assim, pagou levou.

E o que faz, então, com que se continue a trabalhar ?

Valores sociais, religiosos, morais.

Para cada profissional feliz existe um milhão de descamisados que foram doutrinados por esses valores a crer que o trabalho é, em muitos casos, a própria recompensa pelo trabalho. Se não nesta vida, na próxima.

Afinal, se o sujeito que ganha 300 pilas por mês e perde 4 horas em condução não acreditar que o trabalho o enobrece o que o impede de se rebelar ?

E os chinesinhos que ganham arroz ou uns centavos de dólar por 14hs de trabalho ?

E os chicanos nos EUA ?

Aposto que não é o gostar de trabalhar.

Falou !

Rods
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Domingo, Março 19, 2006

REVENDO

Esse é mais um desenho. Esse eu fiz antes dos outros que eu coloquei aqui... num momento de desespero, lá no trabalho.

Não quer dizer nada, mas eu achei bem legal... foi ele que me fez fazer o desenho da mulher gritando com medo da barata. O mais interessante foi que eu encontrei o desenho na minha mochila hoje, nem lembrava que eu tinha guardado!



Percebam que tem algumas anotações na folha... era um rascunho, que eu acabei usando pra fazer um desenho!


posted by Geta
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Sábado, Março 18, 2006

Pobres Economias - IV
A gente não quer só trabalho




Artigos de Contardo Calligaris, colunista, tentam explicar como o ocidental e o oriental NÃO fazem as coisas. No ocidente seríamos refreados pela culpa e no oriente, pela vergonha.

Mas o que nos une é, talvez, o porque fazemos as coisas. Levitt e Dubner (os autores de Freakonomics) têm teorias sobre isso, e no fundo, é um jogo de custo-benefício dentro de um contexto.

Parece lógico. Tão lógico que milhões de pessoas vão e se acotovelam em cidades e países desenvolvidos - isto é, grandes. Custa muito, as coisas são mais caras, o trânsito é complicado, o espaço é pouco, as pessoas andam cada vez mais irritadas. É benéfico? A oferta é maior, o consumo aumenta com mais gente com mais poder de compra, o que estimula a oferta e traz mais oportunidades, até um eventual colapso ou quando o custo (tangível ou não) começa a ficar maior que o benefício e vai todo mundo procurar outras paragens.

E por falar em oportunidade, oportunidade de emprego e nível de emprego são coisas a que se atribui uma importância grande como medidor. Afinal, emprego gera renda que gera consumo.

Tudo isto dentro de um contexto, claro... somos ensinados a ter vergonha, ou culpa - como preferir - se não temos emprego. Mas no fundo, no custo-benefício, o que queremos é renda ou grana. Ou possibilidade de consumo. Ou não?

Posted by The Things We Have To Do for Money Moska

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Sexta-feira, Março 17, 2006

CONVERSA FIADA

Como ando muito ocioso, não paro de desenhar e, alguns desenhos estão ilustrando coisas do nosso cotidiano.

Hoje aparece a primeira lição sobre como começar uma conversa mole. É simples, é fácil... Mas um pouco perigoso...




-Quando pequeno, empinava pipa
-Eu já não empino mais...



posted by Geta
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Quinta-feira, Março 16, 2006

CAFÉ DA TARDE

Ultimamente não tido muita coisa pra fazer no meu trabalho, isso claro, é só uma fase!

Pois então, como o tempo sempre demora um pouco pra passar, eu fico vendo as coisas na Internê e, vez ou outra que cai um pedaço de papel na mão, eu acabo desenhando...

Esse que coloco aqui achei bem legal, pois ele tem até um poeminha...



CafÉ Da tARde

Depois do café da tarde
Ela quase teve um enfarte
Assim que a forma oval
A tirou do seu normal!

Então com um grito agudo
Se remexeu, derrubou tudo
Caiu chá, café e colher de prata
Só quem não caiu foi a BaRAta


Posted by Geta
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Boquetaflow #01 - Star Wars em São Roque

Depois de sol, chuva, trânsito e ficar 3 dias presos atrás de um carro alegórico que estava indo ao desfile de carnaval da cidade, finalmente chegamos à residência do sr. Erik, também conhecido como o "Mestre" por ter se "aposentado" com menos de 40 anos. Ai minha nossa... Só de imaginar o quão longe estou de me aposentar, fico tão triste...

Bom, esta é a casinha dele. Percebam, a casa é dividida ao meio. A metade da esquerda pertence ao casal feliz e seus 46 bichos... E quando digo casinha é porque ela é mais fina que o carro do Moska parado logo à frente. Se eu sentar encostado numa parede, minha perna quase alcança o outro lado. Mó barato...



Mesmo apertadinha, a localização é quase perfeita. Se por um péssimo e execrável lado o mercado fica ao final duma ladeira, por outro a vista é terecoteco. Dá para ficar olhando por várias horas sem se cansar.



posted by Wide Eyed Rit
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Domingo, Março 12, 2006

Boquetaflow #01 - Star Wars em São Roque

Infelizmente, nem tudo foi beleza em nossa viagem a São Roque.

O sol de 89º à sombra, infelizmente derreteu alguns veículos mais velhos e expôs seus donos a cenas deprimentes como esta.



Para tirar o gosto ruim de vista, bastava olhar para o céu novamente.



posted by Looking Up Up and Away Rit


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Sexta-feira, Março 10, 2006

PENSANDO...

É estranho o modo com que varia nossas sensações e sentimentos.

Algumas coisas para mim aparecem como incógnitas e, de repente, me pego pensando...




posted by Geta
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Boquetaflow #01 - Star Wars em São Roque

No final do semana do carnaval, resolvemos sair um pouco da cidade para jogar na casa do Erik em São Roque.

No caminho, o sol estava derretendo tudo e proporcionando uma das luzaes que mais gosto para fotografar. Ótimo contraste...



The flow will grow...

posted by Melting Rit
P.S.: espero sinceramente que as TAGS de parágrafo derretam para sempre do cérebro decadente do velho que escreve neste blog.
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Quarta-feira, Março 08, 2006

Outro Desejo

De tanto precisar, muitas vezes há o engano de se acostumar ao processo de desejar.

Assim, inverte-se a ordem e passa-se a querer desejar e não desejar por querer.

Se desejei o quem em mim não via, criei demanda por desejo.

Ao suprí-la, adveio o mais sólido dos envolvimentos.

Modos, ingenuidade, cabelos curtos e uma pele como nunca sentira. Em primeiro momento estava mais preocupado com meu mundo em ruínas, só percebendo sua existência aos poucos, devido a insistente presença. Apesar da pouca idade, ela sabia o que queria. Pela primeira vez senti-me como objeto de desejo. Dessa vez eu fui o combustível da uma explosão, intencionalmente atacado pela chama.

Meu querer represado inundou a pradaria.

Acostumado a diques e cisternas, demorou a perceber que o limite era o horizonte.

Desejo bravio, desejo inconteste.

Nunca mais saciante.

Para sempre saciado.

--------------------------------------------

Falou !

Rods

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Terça-feira, Março 07, 2006

AGAIN AND AGAIN

Depois de muito tempo, estou postando novamente.

Boquetices alheias abalaram-me deveras, fazendo com que perdesse a fé em tudo. Mas como o tempo cura tudo, cá estou novamente.

Boquetices que prejudicam outros sempre me irritaram profundamente. Espero sinceramente não ter que passar por isto novamente.

Miserables, don't you know that the boquetas are meant to be together?



posted by Coming Home Rit
P.S.: o fato do Flickr ter voltado a funcionar aqui em casa, contribuiu bastante para meu retorno, seu putos...
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Segunda-feira, Março 06, 2006

Setembro

Estou vendo uma chuva de meio do dia.

Ela molha.

Molha e escorre.

Rua, calçada, árvore, gente e carro-forte.

Uma segunda-feira ordinária.

O tempo passa tanto que o prazer de ver o primeiro episódio da segunda temporada de "Lost" já foi sentido, mesmo que só o veja as 21hs. Que o prazer de ver o jogo do Corinthians e Tigres e a estréia de episódios inéditos do "Monk" na quarta, de tão antecipados, dura uns cinco minutos.

Amanhã parece semana passada.

Sexta-feira acaba na quinta de manhã.

Hoje não estou aqui, pois ouço o tema do "Fantástico" no quarto ao lado.

De tudo concluo que só demora prá chegar em agosto, mas quando chegar já será setembro.

Falou !

Rods
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Três Quartos

Se de um tempo percebo que o tempo passou
Mudo
Corro, rosno, pulo
Xingo e improviso, um passo atrás e vejo como ficou

Não há de ser um tempo que me ponha medo
Ver o dia, hoje ou amanhã, não muda meu nariz
Mas se vejo há muito tempo que é cedo
Meia-volto, para ser feliz

Vá que parta
Vá que corra
Vá que adiante

Não quero que levante
Mais ou menos farta
Da minha vida, porra !

A cada dia que te vejo
Mais e mais eu venço
O vício de contar o tempo
Nunca mais eu mesmo

--------------------------------------------------------

Falou !

Rods

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Domingo, Março 05, 2006

Pobres Economias - III
Quem tem o que nós queremos?




Leis de mercado em geral são implacáveis. Mais do que elas só leis físicas e naturais.

Ou podemos dizer que uma lei de mercado também é uma lei natural? Afinal, a natureza se vinga de uma intervenção malfeita assim como a economia - por exemplo, planos econômicos heterodoxos (até a palavra é feia) como congelamentos, tabelamentos e aberrações do gênero.

E embora nos casos de planos heterodoxos a vingança é como um prato frio, em outros casos o efeito é imediato até demais. Aliás, não é necessário nem o fato, basta o risco do fato.

E esse negócio de combustíveis não é bolinho, às vezes botar os orgânicos com os fósseis só serve pra complicar. Enquanto os fósseis - petróleo e derivados - oscilam ao sabor da oferta de OPEP e grandes petrolíferas e clima (tanto meteorológico como econômico) das grandes potências, os orgânicos - álcool e biodiesel, por enquanto uma utopia - têm parâmetros totalmente diferentes, dependendo do lado da oferta de safra, disponibilidade de terreno, clima, competição com outros derivados que podem estar com preços mais atrativos como açúcar e pinga, e do lado da demanda com necessidade de adição à gasolina como antidenonante e quantidade de carros à álcool em circulação.

E não precisa ficar em combustíveis. Metais, minérios, bolsas de valores, bolsas de mercadorias, lojas de roupas e supermercados vão na mesma linha.

E se a demanda aumenta ou a oferta diminui o preço sobe. Quase como a 3a. Lei de Newton de ação e reação. E o povo reclama, como se reclamar da Lei da Gravidade adiantasse.

A propósito de reclamação, evitem os supermercados de sábados e nos domingos a noite. O excesso de demanda nestes horários é irritante.

Posted by We Demand Your Offer Moska

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Debate Boqueta : Conclusão

Formas, padrões e convenções.

Incrível o que elas fazem com que nós, seres humanos macacóides organizados em sociedade em geral (não eu mesmo necessariamente) façamos para enquadrar nossas vidas a suas preconizações.

Anéis para esticar o pescoço, cinzeiros no lábio inferior, burka, gravata, sapato "social".

Depilação anal !

Que mundo é esse que precisa que se pague este tipo de pedágio apenas para fazer-se parte dele ?

Cús-peludos do mundo : Uní-vos !

Contra a cêra no rabo, por um mundo melhor.

Quero viver num mundo onde sociedades alternativas, que possibilitem barba, cabelos, unhas e bermudas trafeguem livremente pelas vias, sem prejuízo ao trabalho ou quaisquer outras atividades, sociais ou não, que sejam imprescindíveis a sobrevivência.

Quero, exijo !, que cada cidadão seja liberto da ditadura do "pensar alheio", onde o indivíduo (feminino em sua maioria) possa legislar sobre sua população púbica sem que com isso ofenda ditames ou tradições bárbaras.

Mulheres : se quiserem, deixem livres para crescer seus pelos, sejam nas pernas, axilas ou no cú;


O que lhes for mais conveniente.

Falou !

Rods
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Sexta-feira, Março 03, 2006

Carnaval não é mais o mesmo

Passada a euforia da festa de Momo - não, não é Momotaro - e por falar em Momotaro, aquela raça alienígena chamada japonesa continua aprontando.

Associa-se à festança originária dos rituais pagãos a prática por indivíduos representantes da maioria racial do país ou pelo menos da maioria racial de onde os rituais foram originados.

Então, de onde surgiu essa dona????????

Sem contar alguns conhecidos que curtem uma batucada. Quem tem a ginga no pé? Um Japa e uma Loira (natural) Branquela. Segundo o que o grupo me relatou, o negão - do RJ, diga-se de passagem - não samba nada.

Esse mundo está perdido. Quiçá redimido? Eu não sei de nada, estava ocupado comendo, bebendo, dormindo e jogando.

Posted by Carnival is a Time When My Understanding of the World Goes Down the Sink Moska
As Tags viram alegorias no carnaval e só voltam à separar parágrafos na quarta-feira de cinzas.

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Mais Desejo

O que, diabos, enseja tamanha obsessão ?

A cada manhã um retrogosto de realização. Minhas sinapses se confundem, crentes, sinto que toquei e me servi dela toda.

Senti aquela resposta, aquele reflexo, que advinha ou advém da saciedade. Como amputado sente a parte ausente. Quis dormir de novo e prolongar o reencontro.

Lembrei então.

Mãos de pianista, olhos tristes de um sempre não-dizer. Sua aflição constante a mim era clara e perturbadora. Revolvia-me. A cada caminhada tentava resolver o enigma, ainda que não houvesse um. Desejei ser solução. Ser o cavaleiro que lutaria por ela, recebendo a prenda e sua atenção.

Que representação marota esta em que me vi.

Em transe, era capaz observá-la por instantes duas horas. Via em seus gestos meus desejos, em sua curva minha maioridade. Como nunca mais, quis responder por mais que mim.

Associo e dissocio e tento compreender.

Que tanto que falta que insisto em não buscar em mim ?

Minha prenda.

Um sentido.

Há anos associo momentos de ansiedade aqueles olhos perdidos, que a terra comeu.

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Falou !

Rods
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Quinta-feira, Março 02, 2006

Desejo

Naquele toque, de um toque me perdi.

Vi e senti.

Terna e túrgida, fria e doce.

Quais anseios e apelos sanam-se ao me perceber flanando aquele pedaço de ser, de organismo, mesmo, humano ?

Algo que queira muito e não encontre em mim ? Ou o relexo noutrem que mostre e faça sentir em mim a falta do que quer que seja que não possuo ou percebo ?

Dedos esguios, penugem macia, umbigo sonolento, alva tez ou mesmo o balouçar ofegante de territórios protuberantes. Obviedade erógena não é um critério, pois dos olhos ao desejar há indecifráveis trâmites que resultam em objetos diversos.

Tempos atrás foi cabelo dourado, lábios finos muito vermelhos e um riso pueril. Desconstruindo, percebi que se tratava de atitude. Desejava sorver cada detalhe daquela personalidade, fosse pela singularidade fosse pelo contexto em que ela vivia. O perfume até hoje evoca memórias impossíveis de se traduzir em palavras. É o cheiro de um riso. O cheiro de momentos impossíveis que, possibilitados, deixaram marca indelével. Minha resposta aquele querer insano era simples : Morder. Mordia e mordia, como que pretendendo ingerir o pedaço que achava faltar em mim.

Todo desejo é um sintoma.

Todo sintoma, uma pergunta a uma questão de resposta incerta.

Deduzi que o que desejo está primeiramente em mim.

E que realizar o desejo tem, de verdade, repercussão bem mais abrangente que o óbvio.

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Falou !

Rods


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Quarta-feira, Março 01, 2006

X - File

Arquivos secretos do FBI, KGB, DOPS, DOI-CODI, Controle e Kaos vazaram e chegaram às nossas mãos.

O governo tenta esconder de todos nós a verdade. Seres monstruosos estão sendo escondidos da opinião pública. Por que vocês acham que aparições no Lago Ness e seres como Sasquatch, Pé-Grande, Abominável Homem das Neves e Chupa-Cabras são tão veementemente negadas e desconstruídas com tanta rapidez?




Mas agora temos a verdade, exposta visivelmente na superfície. Fica claro o tamanho da aberração que a qualquer momento pode aparecer e ameaçar o estoque de comida do supermercado local.

Posted by Abhorrence Moska
Fica claro o horror que esta Tag de Parágrafo provoca no coração dos homens.

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Sugestões boquetíssimas para vocês, seus miseráveis:

Filmes
Brokeback Mountain (2005)

Músicas
~ The Understanding (2005) ~
Royksopp

~ Goodbye Lenin (2003) ~
Yann Tiersen

Jogos
Battlefield 2
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