Sábado, Dezembro 20, 2003
VAMBATÊ
Opa, demorou mesmo para eu escrever a continuação, hein? Sabem como é, foi a falta de inspiração. :-)
Mas tudo bem, vamos continuar esta peculiar viagem pela ida doa boquetas ao Hopi Hari.
Depois de cair, voar, gritar, dar muita risada e suar que nem condenados, resolvemos pegar mais leve. Fomos a este tal de Vambatê, o tão conhecido carrinho de bate-bate. Desde pequeno sempre gostei muito de andar nestes carrinhos e ficar batendo em todo mundo. Como sou uma pessoa que gosta de rir da desgraça alheia (também conhecido como hiena), é muito divertido quando chegar por trás (preciso tomar cuidado ao colocar algumas expressões aqui), bater com tudo em outro carrinho qualquer e ver a pessoa dar aquele tranco. Mas, como já havia imaginado, eu e o Geta não pudemos ir ao brinquedo devido à nossa altura porque o limite é de 1,80m. :-(
Mesmo assim os outros dois foram e não deixou de ser engraçado vê-los se divertindo que nem crianças. E tem algo melhor?
Enquanto isto, eu e o boqueta mor descansávamos confortavelmente na sombra à espera dos outros mancebos.
Bom, não me xingem. Sei que este post está totalmente sem graça. Foi intencional... hehehe. Só coloquei por que não queria chegar logo ao grand finale sem deixar de comentar sobre todos os brinquedos em que fomos.
A seguir: Hadikali
Sexta-feira, Dezembro 12, 2003
TORRE EIFFEL
E assim o dia estava acabando. Entres aspas porque ainda tínhamos tempo de ir em vários brinquedos, mas já sabíamos ser impossível ir em todos antes das 18 hs, quando fecha o parque. No caminho para o próximo brinquedo, o Rods nos questionou se havíamos reparado numa menina na fila da montanha-russa que não parava de olhar para nós. Bom, eu não via nada, estava zonzo por causa do sol... :-)
De qualquer parte do parque que você olhar, verá a torre de 69 metros que encararíamos a seguir. Da própria estrada dá para ver as cadeiras subindo o percurso e despencando sem aviso prévio. A fila, como em quase todos os outros brinquedos, era considerável mas andava bem rápido. A queda durava menos de 3 segundos para quem via e mais ou menos 2 horas pra quem descia, como era de se esperar.
Chegou nossa vez. A esta altura estávamos preparados para "quase" todo e nossa cadeira (4 por lado da torre) começou a subir. E, meu deus, é ALTO PARA CARALHO !!! Mesmo agora, lembrando da subida, me dá um certo arrepio. Zillion, lá pelos 55 m grita: "Olha lá o Joano!" (carinhoso nome que damos à Besta vermelha de sua esposa) Eu não via lhufas, estava sem óculos. E o negócio não parava de subir. STOP! Por 2 segundos ficamos lá no alto, admirando a belíssima paisageeeeeeemm
mmmm
mmm
mm....
Concordo com o Zillion. Antes do brinquedo ele havia nos dito que não gostara muito da sensação que sentiu quando foi da primeira vez. Nem eu gostei da minha exatamente por não entender O QUE senti. Acho que a palavra que chegaria mais perto duma definição é medo. E (podem me chamar de louco) eu GOSTO de sentir medo. Em todos os brinquedos até então fiquei sim ansioso, preocupado, receoso. Neste, a sensação de que o negócio estava indo muito rápido e que eu ia ficar parado no ar e, depois, me esborrachar no chão foi muito grande. Quero ir de novo, é claro.
Acreditem ou não, o melhor AINDA estava por vir. :-)
A seguir: Vambatê
Terça-feira, Dezembro 09, 2003
MONTEZUM
Algumas pessoas dizem que sou louca. Outras dizem que não tenho noção de nada por ser tão intrometida na vida dos outros. Outras ainda insistem em dizer que eu deveria levar umas boas surras para deixar de ser enxerida. O fato é que eu sou assim mesmo e apesar de várias tentativas para diminuir esta minha curiosidade doentia sobre a vida de outras pessoas, é um mal que não aprendi a evitar.
Das muitas pessoas que fico observando em minha vida, preciso dizer que aqueles quatro, em particular, eram muito engraçados. Para não dizer estranhos.
Três deles tinham muito cara de nerds. O outro, mais bonitinho, não tinha, e por vezes pensava o que diabos um menino destes está fazendo com aqueles idiotas. Agora, depois de alguns dias que fiquei pensando sobre as conversas deles que e de outros que ouvi naquela fila enorme para a montanha-russa, chego à conclusão que, na verdade, a idiota era eu. Estas conversas tinham muito a ver com muita coisa e muito a ver com nada. Era divertido observá-los ora sem dizer nada, ora cantando para espantar o tédio e disfarçar o calor. E até mesmo quando ficavam um tirando sarro do outro, ficou claro a grande e transparente amizade entre eles. Não pude evitar uma pontada de inveja.
É claro que eles não me perceberam, mas cruzamos várias vezes naquela fila dava várias voltas e confesso que minha maior distração (graças a Deus que estavam lá) era tentar imaginar o que estariam conversando. Mais ainda, queria saber que tanto o maior deles não parava de tirar fotos...
E foi viajando na maionese assim que finalmente chegou a vez deles de entrar nos carrinhos. Sorri comigo mesma ao imaginar como os dois maiores (um com 1,80 e o outro com uns 2 m) caberiam naqueles carrinhos pequenos. E foi muito legal ver a excitação em seus olhos. Claramente era a primeira vez que iam e conseguiram pegar o primeiro carrinho, o melhor em minha opinião.
Estavam pasmos na volta. Olhos lacrimejando, sorriso no rosto e alegria no olhar. Gostei de ver isto também. Na hora pensei "que otários", mas como aqui estou meio que me redimindo destes pensamentos preconceituosos, devo dizer que me pareceram ser bem divertidos e interessantes. Ainda os procurei no parque, sem sucesso. Espero um dia encontrar mais "nerds" deste jeito para descobrir o que mais têm de interessante.
A seguir: Torre Eiffel
Domingo, Dezembro 07, 2003
EKATOMB
Deixando para trás a frustração do último brinquedo, a intrépida trupe dos 4 boquetas perdidos nas terras do Hopi Hari continuaram sua aventura em busca de novos e excitantes brinquedos.
Já na porta de entrada para a fila da tão prometida montanha-russa, perceberam, num breve relance, outro brinquedo com fila bem mais convidativa: Ekatomb.
Guiados pela nem sempre saudável curiosidade que os consumia a cada minuto, resolveram postergar um pouco mais o passeio da montanha para experimentar o brinquedo. Como já disse, a fila era convidativa e não demorou mais que alguns minutos até chegar a vez deles.
E quão gratificante não foi ouvir o controlador do brinquedo tirando sarro de todo mundo. Quão divertido não foi ver o boqueta Geta sofrer com as presas da cadeira que insistiam em lhe comprimir o pirulito. Quão vertiginoso não foram as voltas rápidas do brinquedo. E quão desesperador não foi ver o chão se aproximar lentamente enquanto estavam de cabeça para baixo. O céu era a terra e tudo girava, girava...
A felicidade retornara triunfante a seus corações acelerados pelo constante afluxo de sangue. Os outros 3 amigos constantemente se perguntavam como o coração de maionese do Rit não explodia com tanto sangue subindo e descendo a toda hora. Claro que se questionavam secretamente não querendo preocupar o outro companheiro.
Depois deste, a tão prometida montanha-russa era o próximo objetivo e os aguardava com uma fila gigantesca.
A seguir: Montezum
Sábado, Dezembro 06, 2003
SIMULÁKRON
Pois é, não dá para querer que tudo sejam sempre flores...
O dia ia de vento em popa. O sol queimava tudo ao nosso redor (nós principalmente). Os brinquedos estavam muito divertidos e não tínhamos nenhuma reclamação de nada (a não ser do sol, mas não tínhamos muito que fazer quanto a isto). No caminho rumo à tão esperada e disputada montanha-russa (onde ficaríamos na fila por muuuito tempo sob o mesmo sol maldito), um nome nos chama a atenção: Simulákron.
A fila estava grande, o que nos chamou a atenção, mas ainda acho que não teríamos entrado nela se não estivesse formada na sombra. Juntando o útil (sair do SOOLLL !!!!), o agradável (numa fila enorme? Agradável onde mesmo?) e nossa grande curiosidade, resolvemos encarar a maledeta.
O caminho até o brinquedo em si rendeu muitas fotos engraças como a eu podem ver aí embaixo. Mas foi o máximo de diversão que conseguimos desta vez O brinquedo é horrível! Justiça seja feita, o problema não é o brinquedo em si. Digamos que a conservação do mesmo é que estragou tudo. Explicando: é aquele cinema onde senta-se numa cadeira que mexe para todos os lados de acordo com a imagem na grande tela à frente. Seria bem divertido, se a imagem estivesse junto com o som e o som estivesse junto com os movimentos das cadeiras. Se.
Ser ruim vá lá, mas não deixar o negócio funcionando direito, em minha opinião, é idiotice e má vontade. Mas chega de stress, este foi o único ruim... :-)
A seguir: Ekatomb
Quarta-feira, Dezembro 03, 2003
VULAVIKING
Este não precisa de muita descrição, presumo eu. É o bom e velho barco viking com um nomezinho engraçadinho.
E ele é muito bom, diga-se de passagem. Principalmente para quem senta nos lugares mais próximos às pontas. Você fica num ângulo de 90 graus com o chão e por alguns segundos fica suspenso no ar. A sensação de que o barco vai descer e você vai ficar parado lá em cima até a hora que seu peso resolver voltar e você enfiar a cara no chão é ótima, para não dizer assustadora... hehehe.
O único problema deste brinquedo, em nosso caso, foi que um menino sentado atrás de nós acabou vomitando no chão. Ééééca !!! Ainda bem que ele abaixou a cabeça, senão todo mundo teria tomado um banho. Tem nada não. Na próxima vamos de novo e sentaremos na última fileira para não correr este risco.
A seguir: Simulákron
Terça-feira, Dezembro 02, 2003
CRAZY WAGON
Ainda bem que eu prometi atualizar a semana passada inteira, né?
Mas tudo bem. A esta altura os não tão sãos que vêm aqui já devem estar acostumados com esta atualização esporádica que ando fazendo. Sei que alguns podem pensar: "Ué, onde é que estão os outros dois?" E eu lhes respondo que, para variar só um pouquinho, eles estão boquetando, é claro. Prometo que em breve explicarei o que acontece com eles.
hehe... É impressionante a quantidade de promessas que faço, não?
Chega de abobrinha, voltando ao tema do post. Saindo do Evolution, ainda no setor "Wild West" do parque fomos direto ao Crazy Wagon. Neste descobri que não importa o quão radical pareça o brinquedo, quando você anda nele tudo fica muito pior e muito mais divertido. Para quem está observando não é nada demais. Apenas um vagão em formato de carroça do velho oeste que fica girando em círculos. Mas quando nele você descobre que nas caídas, parece que ficamos sem gravidade. Muuuuito legal !!! Foi unânime classificar este brinquedo como um dos mais divertidos.
Saco, só de ficar escrevendo sobre me deu vontade de voltar...
A seguir: Vulaviking
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